Avaliação de imóvel para financiamento: como funciona
Por que o banco pede avaliação, quem faz, o que entra no laudo e como o valor influencia o quanto você pode financiar.
Por que o número do carnê do IPTU raramente coincide com o preço de venda, e o que fazer para descobrir o valor real.
Quem quer vender, partilhar ou dar um imóvel em garantia costuma olhar o carnê do IPTU e pensar: "esse é o valor". Na maior parte dos casos, não é. O valor venal e o valor de mercado são números diferentes, calculados para fins diferentes.
É o valor que a prefeitura atribui ao imóvel para calcular impostos, como o IPTU e, em geral, o ITBI. A prefeitura chega ao número por meio de tabelas, planta de valores e fórmulas que consideram a área, a localização e o padrão. Ele é atualizado conforme a legislação do município, não conforme o mercado do dia.
É o valor pelo qual o imóvel seria vendido, em condições normais, entre um comprador e um vendedor bem informados. Ele muda com a oferta, a procura, a localização exata e o estado do imóvel. Só se descobre olhando o mercado, e é isso que o laudo de avaliação faz.
Em muitos casos, o valor venal fica abaixo do valor de mercado, mas isso varia conforme o município e a época.
Usar o IPTU como se fosse o valor de mercado pode levar a vender abaixo do preço, a partilhar bens de forma desigual ou a ter a garantia questionada pelo banco.
O caminho é um laudo de avaliação, com vistoria, pesquisa de imóveis comparáveis e tratamento estatístico, conforme a NBR 14653. Para pedir orçamento, basta enviar o IPTU ou a matrícula e a localização do imóvel pelo WhatsApp (65) 99922-9956.
Por que o banco pede avaliação, quem faz, o que entra no laudo e como o valor influencia o quanto você pode financiar.
Matrícula, IPTU e o que mais ajuda. A diferença entre o que basta para orçar e o que o laudo exige.
Quem assina cada documento, o que ele vale e quando você precisa de um ou do outro.
Envie a matrícula ou o IPTU e a localização do imóvel. A Ágade responde com a proposta.