NBR 14653: o que é a norma de avaliação de bens
As partes da norma, os métodos de avaliação e o que significam os graus de fundamentação e de precisão do laudo.
Matrícula, IPTU e o que mais ajuda. A diferença entre o que basta para orçar e o que o laudo exige.
Antes de pedir uma avaliação, é comum a dúvida: quais documentos eu preciso separar? A resposta muda conforme a etapa. Para saber quanto custa, pouca coisa basta. Para o laudo válido, o engenheiro precisa conferir os dados oficiais do imóvel.
Para receber o orçamento, envie um destes dois documentos:
Além disso, informe a localização (endereço ou ponto de referência) e a finalidade do laudo. Com isso, o avaliador entende o tipo e o tamanho do trabalho e responde com a proposta.
Para o laudo, a Ágade precisa da matrícula e do IPTU:
Peça a certidão de matrícula atualizada no cartório de registro de imóveis da comarca onde o imóvel está. Uma certidão recente mostra o estado atual do registro.
Dependendo do caso, estes documentos agilizam o trabalho, mas não são obrigatórios para começar:
A matrícula mostra a área registrada. Se a área real do imóvel for diferente da registrada, o laudo precisa apontar a diferença e explicar qual área foi usada. Em avaliações de vistoria externa, a Ágade usa a área da matrícula como referência.
Você pode mandar fotos nítidas ou PDF dos documentos pelo WhatsApp (65) 99922-9956 ou pelo e-mail contato@agade.com.br. Se algum documento não estiver à mão, conte quais você tem e a equipe indica o que dá para fazer com eles.
As partes da norma, os métodos de avaliação e o que significam os graus de fundamentação e de precisão do laudo.
Como o laudo de avaliação ajuda herdeiros a dividir bens de forma justa e a evitar discussões no processo.
Por que o banco pede avaliação, quem faz, o que entra no laudo e como o valor influencia o quanto você pode financiar.
Envie a matrícula ou o IPTU e a localização do imóvel. A Ágade responde com a proposta.